Continue acompanhando a sequência de artigos sobre gestão lendo “Ferramentas de ação e melhorias nos processos e metas – Parte 1”.

Continue acompanhando a sequência de artigos sobre gestão lendo “Ferramentas de ação e melhorias nos processos e metas – Parte 1”.

Ferramentas de ação e melhorias nos processos e metas – Parte 1

Dando sequência aos artigos técnicos do Núcleo de Gestão ReHAgro, estaremos trabalhando com o tema “Ferramentas de Ação e Melhorias nos processos e metas” e apresentaremos a seguir algumas ferramentas práticas a serem utilizadas.

1 – O que é Meta?

A meta pode ser definida com um método ou um caminho para se atingir um resultado desejado e varia de acordo com cada projeto realizado. Para que esta seja cumprida, é preciso criar alguns processos e ferramentas, sendo estes mostrados abaixo.

2 – Identificando as variáveis que compõem a meta e diagnosticando falhas

Identificada a meta, deverão ser diagnosticados claramente os itens que a influenciam, que compõem as variáveis em que poderemos atuar para controle de ação sobre a meta, dentre algumas ferramentas que podemos utilizar para este trabalho, destacamos a árvore de causas (espinha de peixe) e o fluxograma.

2.1 – ÁRVORE DE CAUSAS OU ESPINHA DE PEIXE (DIAGRAMA DE ISHIKAWA)

O diagrama de Causa e Efeito é uma técnica comumente utilizada para se identificar possíveis pontos de melhoria ou mesmo detecção de problemas no processo produtivo de um bem. Ela é representada por uma linha com quatro ramificações que se agrupam representando os quatro grandes grupos de itens ou fatores que interferem diretamente no produto final, conforme esquema abaixo:

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A prática desta ferramenta consiste em identificar, em cada item, subitens que possam influenciar no processo produtivo. Uma ferramenta complementar a esta é o Brainstorm, que de forma simples, consiste na reunião de um maior números de pessoas possíveis dentro da abrangência do processo e buscar extrair, através de idéias e depoimentos que surgirem, o maior número possível de variáveis que compõem esse procedimento, preenchendo as 4 linhas principais dos recursos envolvidos no processo.

Abaixo, observaremos um exemplo de diagrama preenchido, com alguns dados em uma unidade produtora de leite.

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2.2 – FLUXOGRAMA

O fluxograma é uma ferramenta amplamente utilizada em estudos organizacionais e consiste em uma técnica de representação gráfica em que se utiliza símbolos previamente convencionados, permitindo a descrição clara e precisa do fluxo, ou seqüência de um processo, bem como sua análise e redesenho.
A utilização correta desta ferramenta contém:
– Operações a serem realizadas;
– Onde serão realizadas;
– Quem as realizará;
– Quais as entradas e saídas;
– Identificação do fluxo de informação;
– Necessidades de recursos;
– Custos envolvidos;
– Volume de trabalho; e,
– Previsão do tempo de execução.

Existem 2 tipos de fluxogramas, o fluxograma horizontal e o vertical.

2.2.1 – Fluxograma vertical – Trata-se do fluxograma mais utilizado no estudo de processos produtivos, do tipo linha de produção, no qual se pode dividir um grande processo em vários outros, mais simples, com poucas áreas envolvidas e com número restrito de operações que se encaixam nos símbolos previamente estabelecidos pelo fluxograma. Podemos, também, utilizá-lo em processos administrativos, desde que feitas as devidas adequações.
Normalmente, o fluxograma vertical possui um formulário padrão onde se é escrito, conforme modelo abaixo:

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2.2.2 – Fluxograma Horizontal

• Fluxograma horizontal descritivo

Trata-se de um fluxograma que descreve o fluxo de atividades, dos documentos e das informações que circulam em um processo, por meio de símbolos padronizados.
A elaboração é feita como se estivesse escrevendo, só que, no lugar de somente palavras, são utilizados símbolos e palavras, que permitem a descrição do fluxo do processo de maneira clara e precisa. Conforme exemplo abaixo:

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Fonte: http://rehagro.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=1724

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